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Tuesday, 9 September 2003

post 9 de setembro a

 


HUUuahuhahuhAhuhahuHahuhau... putaquipariu ... to ficandu ateh linguageiramente, um poko contaminadu... DE novo: AAAHUahuahuaHuaHUahu...he he he... to me metamorfoseandu... s?o as ondas neticas que, atraves do monitor, t?o penetrando no meu cerebro... tomei overdose de blogs adolescentes... daki a poku, vo pro meu work de patinete de rodinha coloridinha... ahhhhhhhhhhhhhhh... N?O !!! De novo, naum... a coisa vem em espasmos e.. AAAHUahuahuaHuaHUahu AAAHUahuahuaHuaHUahu AAAHUahuahuaHuaHUahu... nossa, dessa vez a coisa vem com 3 ondas num so espasmo... n?o! De novo n??????????????... AAAHUahuahuaHuaHUahu Putz, de novo... de novo, esse "AAAHUahuahuaHuaHUahu".. Putisgrila, oia so como fico, meu paradigma da Era Moderna... antes t?o linear... t?o mecanico... t?o influenciado pela tradicional & racional, sociedade industrial... de cabeca pra baixo!







Posted by demarcation22 at 6:02 PM BRST
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Monday, 8 September 2003

Ahhhhhh... legal essa imagem, que escaneei dum anuncio publicado numa revista americana, nos fifties. Como eu queria estar dando esses mergulhos ao lado desse navio!

Pois e, e to aqui com essa tranqueira de monografia de qualificac?o do doutorado, pra concluir, ate quinta... putz... quando terminar a dita cuja, acho que vou dancar muito rock na Floripa, no sabad?o a noite.

Maluquice, esse meu jeito de escrever minhas coisas do doutorado: com a TV ligada o tempo inteiro. E volta e meia, paro um pouco e dou umas navegadas na Dona Nete.


Posted by demarcation22 at 8:38 PM BRST
Updated: Tuesday, 9 September 2003 4:46 AM BRST

A EXTINC?O DO PROV?O

MEC SUSPENDE PROV?O DOS SUPLETIVOS

ANTONIO GOIS - FSP,08set2003

O fim do prov?o ainda esta em discuss?o, mas o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC) ja decidiu suspender neste ano, sem fazer muito alarde, o menos conhecido dos exames de avaliac?o criados pelo MEC: o Enceja (Exame Nacional de Certificac?o de Competencias de Jovens e Adultos).

O Enceja foi criado no ano passado pelo ent?o ministro Paulo Renato Souza com o objetivo de avaliar a educac?o de jovens e adultos e combater irregularidades em supletivos que vendiam diplomas ou facilitavam a obtenc?o de certificados de conclus?o de curso. No ano passado, 14 mil jovens e adultos fizeram a prova em 15 Estados.

O exame e voltado para jovens e adultos que voltaram a estudar porque n?o conseguiram concluir o ensino fundamental ou medio na idade adequada. Um bom rendimento na prova garante ao estudante um certificado de conclus?o de determinado nivel de ensino com o mesmo valor de um diploma de uma escola de ensino fundamental ou medio.

A proposta do ex-ministro era que o Enceja fosse usado tambem para que os Estados e municipios pudessem descredenciar escolas que emitiam certificados sem que os alunos, de fato, aprendessem.

Se os alunos de uma determinada instituic?o fossem mal na prova, essa instituic?o poderia perder a autorizac?o que recebe do Estado ou municipio para emitir certificados de conclus?o.

Segundo o presidente do Inep, Luiz Araujo, uma das raz?es para a suspens?o do Enceja neste ano e de ordem legal: "O problema e que o Enceja quer fazer uma certificac?o nacional, e essa e uma responsabilidade dos Estados. O governo passado tentou fazer com os Estados e municipios uma especie de convenio de ades?o, e n?o se pode revogar uma competencia estadual ou municipal apenas por um termo de ades?o. Teriamos que fazer uma mudanca na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educac?o)".

De acordo com Araujo, a suspens?o do exame n?o significa que o problema das irregularidades em cursos supletivos deixara de ser enfrentado. "Oferecer uma matriz nacional como subsidio para os Estados e uma coisa, mas chamar a responsabilidade da certificac?o e gastar recursos da Uni?o para fazer isso em nivel nacional e outra. N?o e preciso, necessariamente, chegar a esse extremo. Ha outras formas de combater o problema, como mudando a legislac?o e estabelecendo mais rigor no controle de conselhos estaduais."

Segundo ele, o exame so foi suspenso depois de avaliado o prejuizo que ele poderia causar. "N?o tinhamos como manter o exame sem fazer esse debate primeiro. Achamos que n?o era um exame maduro e que foi so um piloto. O ministro [Cristovam Buarque] achou mais seguro aguardar porque n?o teria um prejuizo ja estabelecido", diz.

Para o ex-ministro Paulo Renato, hoje consultor na area educacional, a suspens?o prejudica a populac?o mais carente: "E lamentavel, porque o Enceja e do interesse da populac?o mais carente, daqueles que n?o tiveram a oportunidade de estudar na idade adequada e s?o ludibriados por cursinhos que fazem propaganda enganosa e fraudam o sistema".

Segundo o ex-ministro, o Enceja serve tambem para estabelecer parametros para a educac?o de jovens e adultos. "Estavamos criando um padr?o nacional de qualidade do ensino medio no pais, e o Enceja era uma parte importante, junto com o Enem (Exame Nacional do Ensino Medio). Preocupa-me o fato de esses dois instrumentos de melhoria do ensino medio estarem sendo abandonados", afirmou o ministro.

Na semana passada, o presidente do Inep afirmou que o Enem passaria por um processo de avaliac?o.

Santo Andre

Em Santo Andre, na Grande S?o Paulo, o final do Enceja foi recebido com preocupac?o. Ha cerca de um ano, a prefeitura da cidade usa a prova para oferecer certificados de ensino fundamental e medio para os alunos de cursos profissionalizantes.

"Quem faz os cursos profissionalizantes tem tambem aulas de matematica, portugues, historia, enfim, as materias do ensino medio. Com isso, quando eles terminam o curso, fazem o Enceja e saem com o certificado de ensino medio ou fundamental", explica Antonio Balbino, coordenador do departamento de educac?o da Prefeitura de Santo Andre.

Segundo Balbino, o fim do Enceja elimina essa possibilidade, pois a prefeitura pode oferecer as aulas, mas n?o o certificado de ensino. O coordenador diz que, para continuar com o projeto, a soluc?o seria a prefeitura firmar convenios com entidades de ensino. "Mas para isso n?o temos verba. Por isso encaminhamos um pedido para o MEC rever essa posic?o", afirma. Desde que foi implantado, 552 pessoas fizeram a prova para o ensino fundamental e 394 para o ensino medio.


Posted by demarcation22 at 8:29 PM BRST
Updated: Monday, 8 September 2003 11:30 PM BRST

A EXTINC?O DO PROV?O

A EXTINC?O DO PROV?O

Editorial OESP,07set2003

A Comiss?o Especial do Ministerio da Educac?o que analisava o sistema de avaliac?o do ensino superior apresentou relatorio final ao ministro Cristovam Buarque propondo, na pratica, a extinc?o do Exame Nacional de Cursos, o Prov?o. O teste perderia o carater obrigatorio para os formandos - seria aplicado por amostragem - e o foco da avaliac?o passaria a ser a instituic?o e n?o mais o aluno. A proposta cria o Sistema de Avaliac?o do Ensino Superior (Sinaes) que preve tres etapas; a primeira, uma auto-avaliac?o de cada curso feita por alunos, professores e funcionarios; depois, uma avaliac?o externa; e, por ultimo, uma prova a alguns alunos escolhidos aleatoriamente, do segundo ano e do ultimo ano. Sem divulgac?o de resultados tanto das instituic?es como dos alunos.

O atual sistema de avaliac?o do ensino superior e regulamentado pela Lei 9.131, de novembro de 1995. Essa avaliac?o da prioridade a efetiva aplicac?o do conteudo curricular minimo estabelecido para cada curso e preve tambem a chamada "avaliac?o das condic?es de oferta", ou seja, a organizac?o didatico-pedagogica, a titulac?o dos docentes e a infra-estrutura dos cursos, realizada a partir de visitas de tecnicos do MEC. Por entender que educar, como qualquer outra atividade humana, exige avaliac?o constante e divulgac?o de resultados obtidos, o Congresso criou um "exame" para verificar a real aplicac?o do conteudo minimo.

O Prov?o avalia a escola, o curso e de certa forma o desempenho dos professores e alunos, sempre coletivamente. A divulgac?o da nota obtida individualmente no teste e assunto privado de cada estudante. N?o ha duvida que o objetivo essencial do Prov?o e "fazer comparac?es", como a que mostra a existencia de centros de excelencia no ensino superior: dois tercos dos melhores cursos est?o em universidades publicas. E inquestionavel tambem que o exame exibe aos consumidores do servico "educac?o" o bom e o mau curso no ensino superior, seja publico ou privado.

E esse conjunto de principios que agora esta ameacado pela decis?o da Comiss?o Especial do MEC. Desde o discurso de posse no ministerio, Buarque elogiou a "cultura da avaliac?o" praticada pela gest?o anterior no MEC e prometeu preserva-la. Criar a auto-avaliac?o, aplicar testes por amostragem e acabar com avaliac?o por curso e tirar do consumidor do servico Educac?o o direito de "fazer comparac?es", e destruir, de fato, a "cultura de avaliac?o" que Buarque prometeu preservar. Com a metodologia de avaliac?o proposta pela Comiss?o Especial, n?o se separa mais o joio do trigo no ensino superior: o bom curso, publico ou privado, com professores esforcados valera tanto quanto a graduac?o feita em uma autentica "fabrica de diploma", ou o curso dado por professores ineficientes acobertados pelo corporativismo atavico que prejudica tantas universidades.

Convem n?o esquecer que o Prov?o e o cerne da lei que redefiniu as atribuic?es do Conselho Nacional de Educac?o para o credenciamento de cursos universitarios extinguindo o papel cartorial adotado pelas "visitas" dos enviados do antigo Conselho. O Congresso tera que aprovar a mudanca e essa volta do "clientelismo educacional" devera preocupar deputados e senadores.

Avaliar apenas por amostragem e pelas "condic?es de oferta" pode significar dar prioridade a investimentos arquitetonicos grandiosos, proximos a estac?es de transporte de massa, com grande atrac?o de clientela, em detrimento da seriedade do investimento em efetivo trabalho docente e dedicac?o discente para ensinar e aprender. Sem o Prov?o, como medir, de fato, esse esforco do professor e do aluno?



Posted by demarcation22 at 7:54 PM BRST
Updated: Monday, 8 September 2003 11:32 PM BRST
Wednesday, 3 September 2003


Ex-Ministro Paulo Renato Preve Volta das Influencias Politicas



OESP,03set2003

O ex-ministro da Educac?o, Paulo Renato Souza, recebeu com indignac?o a proposta apresentada pelo novo governo. Ele entende que ela representa o fim do sistema de avaliac?o. "Faco um apelo ao ministro e ao presidente Lula para que n?o permitam uma coisa dessas", disse. Segundo Paulo Renato, o Ministerio da Educac?o vai voltar ao tempo em que influencias politicas definiam o reconhecimento e autorizac?o de cursos de ensino superior.

"Eu criei um criterio objetivo justamente porque percebi que essa era a unica maneira de impedir as press?es", disse referindo-se as notas de A a E que expressam atualmente o desempenho dos cursos no Prov?o. Para ele, esse foi tambem o jeito encontrado para que a sociedade pudesse ter acesso aos resultados da avaliac?o. No novo sistema, dossies sobre as instituic?es substituir?o o criterio de notas. "O aluno tera de ler milhares de paginas antes de tomar a decis?o sobre que curso escolher."

Entre as entidades representativas das instituic?es particulares, o novo sistema parece ser bem-vindo. "A avaliac?o focada na instituic?o e um grande avanco", diz o diretor-executivo da Associac?o Nacional das Universidades Particulares (Anup), Jose Walter dos Santos. Ele faz ressalvas apenas a extinc?o do criterio de notas porque acredita que os alunos podiam apresenta-las a empregadores como forma de mostrar seu desempenho no teste.

A presidente da Associac?o Nacional das Faculdades e Institutos Isolados (Anafi), Naira Amaral, gostou especialmente do fato de a avaliac?o dos alunos passar a ser realizada em duas etapas: no segundo e no ultimo ano. "E importante mostrar o nivel do aluno quando entra na instituic?o e como ele sai dela." Segundo ela, as pequenas faculdades recebem alunos de escolas publicas, menos preparados para o ensino superior, e, por isso, tiravam notas mais baixas no Prov?o.

Os irm?os Thomaz e Spencer Sydow, universitarios, tambem se mostraram animados com a maioria das mudancas propostas. Segundo eles, o importante e avaliar a instituic?o como um todo, inclusive professores, e n?o so o aluno.

O unico problema apontado foi a participac?o por amostra dos estudantes no exame. "Os que forem selecionados n?o v?o gostar nada e pode haver mais boicote ainda", disse Thomaz.


Posted by demarcation22 at 4:24 PM BRST
Updated: Monday, 8 September 2003 11:33 PM BRST
Sunday, 24 August 2003

post9



Ah. Num dos sebos da Grande Metropole na semana retrasada, esqueci de escrever que comprei tambem, de segunda m?o, um scanner HP de 600 dpi. E, alem de livros, tambem algumas revistas norte-americanas dos anos 50. Alias, voltei de Viac?o Garcia mesmo, porque de avi?o n?o daria, de tanta coisa que comprei! Aqui vai, escaneado pelo novo scanner, um dos muitos anuncios que me fascinaram, numa dessas revistas de sebo. Este, acima, foi publicado em 1955 pela Bell System.

Sinal dos tempos, so que no sentido retro da coisa, em termos de costumes: um grupo de mulheres em serias dificuldades por causa de um pneu furado e nenhum homem pra ajudar... que diferenca. No finde passado, na sec?o de jogos eletronicos do xops da cidade grande aqui perto da minha, uma menininha de no maximo 3 aninhos era a propria encarnac?o, duma Lara Croft mirim. Sentada na frente de um grande video e tendo um joystick em cada m?o, seus olhinhos brilhavam de felicidade, enquanto seus dedos apertavam os bot?es e "POWs!!!" "POWs!!!" pipocavam no video, enquanto homens explodiam espirrando sangue... ah se, na minha infancia, eu tivesse um joystick desses, pra atirar no tal do bicho-pap?o...


Posted by demarcation22 at 2:14 AM BRST
Updated: Sunday, 24 August 2003 5:01 PM BRST
Saturday, 16 August 2003

post inaugural

Primeiro texto que envio ao blog... sera que vai funcionar ??? Ent?o ta, agora vou postar pela primeira vez, vamos ver como e q fica...


Posted by demarcation22 at 7:19 PM BRST
Updated: Sunday, 17 August 2003 1:02 AM BRST

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